Testando Cover It Live

Este é um teste da ferramenta online “Cover It Live”, vulgo CIL:

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Falando sobre retorno, lucro etc…

No dia anterior ao retorno desse blog, eu havia recebido um link do @fabiocarvalho sobre retorno de investimento em mídias sociais.  Trata-se de uma entrevista em vídeo com uma especialista em Social Media chamada KD Paine. O repórter da vez é o blogueiro Jason Falls, do Social Media Explorer.

Dona-MariaA tal especialista é essa velhinha aqui do lado, que parece a minha avó portuguesa (a mais velhinha das minhas avós, Dona Maria). Ela não fala especificamente de empresas de mídia, trata o assunto de uma forma  mais geral. Mas levanta uma questão sensacional: as empresas precisam decidir o que querem quando adotam iniciativas de redes sociais. O ponto mais analisado, em geral, é um retorno de audiência, mas isso não necessariamente é o mais importante. Legal mesmo é estabelecer um diálogo com o seu público, marcar a sua presença de forma eficaz naquele território.

Queer saber mais? Dá uma olhada no vídeo, legendado pelo próprio @fabiocarvalho, antigo colega de trabalho e hoje colega de classe na Pós de Marketing Digital: ROI para dummies = empresas / ROI for dummies aka companies

*ROI = Return of Investment

O que se espera de mídias convencionais?

Em um primeiro momento, chega a ser de se estranhar como as empresas de mídia convencionais têm dificuldades de assimilar determinadas iniciativas de comunicação digital. Parece que há dois fatores aí que pesam mais ou menos, dependendo da empresa ou do setor dentro da empresa.

Primeiro, existe uma barreira que se coloca na conta do departamento financeiro, literalmente. Afinal, é complicado convencer um executivo de que ele precisa investir dinheiro, tempo e pessoal em um projeto que terá retorno aparentemente intangível. Por isso, surgem menos iniciativa do que se espera de empresas de mídia. Ou, mais grave, surgem de uma forma atabolhoada. Algumas vezes, com o claro desejo de marcar território e não de efetivamente fazer uso de conceitos e ferramentas de internet. Hoje, o maior exemplo desse “comportamento de modinha” é o Twitter. Basta ver a quantidade de perfis que contam apenas com uma atualização noticiosa e factual do que é realizado. Não sou radical a ponto de achar que isso não pode existir, mas o ganho seria muito maior se houvesse de fato uma interação. Um “lucro” que vai além do dinheiro: existe uma vantagem do uso de imagem, do aumento de seguidores, da indentificação da marca, que é mais difícil justificar. Mas falo mais especificamente sobre Twitter no próximo post.

O segundo problema é a falta de qualificação dos profissionais de jornalismo no universo web. Eu conheço pouquíssimos  jornalistas que sejam feras nos conceitos de internet e repórteres. E isso me parece ridículo. Muitos dos que resolveram se dedicar a construir uma visão web mudaram ou pretendem mudar para um lado mais produto do jornalismo. Os dois aspectos estão relacionados: o primeiro é resultado de uma formação torta ainda nas universidades. Existe muito pouca reflexão sobre os impactos da web no dia  a dia das redações. Por isso, continuam chegando aos jornais, TVs e rádios jovens doidos para trabalhar no (hoje) carro-chefe da empresa em vez de olharem para a internet com a devida atenção. Logo, aqueles poucos que de alguma forma criaram identificação com o produto web, sentem-se ilhados em um ambiente em que a maioria não encara o desafio online como deveria.

Enfim… o que tento dizer aqui é que o planejamento web não pode ser apenas relacionado com a área de produto. Existem ações do dia a dia, ligadas a usabilidade, SEO e web analytics que podem e devem fazer parte do dia a dia de editores e repórteres, aqueles que põem a mão na massa do material jornalístico. Mas aí, voltamos para aquela história… vai provar que isso dá um baita resultado…

Retomando…

Mais uma vez, vou tentar retomar um blog. Pela primeira vez, vou tentar retomar o mesmo blog. Dessa vez, no entanto, a idéia é mudar um pouco o foco. Falar do que acontece na internet em geral é, ao mesmo tempo, amplo demais e muito batido. Afinal, já existem diversos blogs por aí que se dedicam a isso seguramente com mais competência do que eu faria.

A nova ideia, portanto, é ficar de olho no comportamento online das empresas de mídia convencionais. Por exempo, sabemos como eu, você e gente “normal” em geral costuma lidar com blogs, twitter e outras ferramentas online. Mas e aquela galera que há bem pouco tempo era a “dona” dos meios de comunicação de massa? Como ela se comporta diante de um cenário em que as retwitadas, os blogs diversos e dedo a dedo (versão digital do boca a boca) fazem com que suas mensagens se espalhem?

Vamos nos falando… conto com os comentários e a participação de vocês, que estejam lendo. Vamos ficar de olho nos jornais, TVs, rádios do Brasil e do exterior. Buscar exemplos, citar novidades. Encontrar formatos que pequenos produtores de conteúdo utilizem e que possam inspirar essas grandes empresas.

Que venham os próximos posts…

Veja meu filme e passe essa mensagem para dez pessoas

“Oi, tudo bem? Meu novo filme, “Nome Próprio” estréia no próximo fim de semana e eu queria pedir uma ajudinha sua. Dá um pulinho na sala mais próxima e assista, por favor. Aproveita e chama a sua namorada ou namorado. E um casal de amigos também. Sabe o que é? Se o filme não der uma boa audiência logo na primeira semana, ele sai de cartaz e não vai dar nem tempo de você ver no cinema de novo… e o filme some.”

Com certeza, não foram essas palavras, mas esse foi o espírito do e-mail que o diretor Murilo Salles enviou para cerca de 200 amigos e conhecidos sobre o filme “Nome próprio”, que calhou de entrar em cartaz no mesmo fim de semana do novo Batman. Ele mesmo admitiu isso em matéria publicada no Estadão nesta quinta-feira (24), quando também criticou o fato do filme ter que lutar contra Blockbusters e render boa audiência para se manter em cartaz. A frase é emblemática:

– Um filme é um projeto de quatro anos que pode acabar em uma semana.

Não entendeu? Segundo a matéria, o problema é o seguinte: para se manter em cartaz, os filmes precisam ter um número mínimo de pessoas dispostas a assistí-lo logo na primeira semana. Se ficar abaixo dessa média, um abraço. Sai das salas de exibição e quem quiser que espere pelo DVD. Essa era a preocupação do Murilo: precisava garantir o maior número possível de pessoas na sala. Conseguiu mais de 5 mil e agora começa a luta pela terceira semana.

Detalhe: o filme não é um qualquer. Conta a história de uma blogueira que ficu famosa por essas bandas e é encarnada pela Leandra Leal, atriz das mais conhecidas da nova geração da Globo. Ele ainda ganhou repercussão nos últimos dias por trazer Leandra nua ou semi-nua em boa parte da história.

Enfim… quem quiser ler a matéria do Estadão clica aqui! E quem quiser dar um pulo no blog do filme (sim, o filme sobre uma blogueira tem um blog) basta acessar: www.nomepropriofilme.blogspot.com.

Mea culpa: eu ainda não vi o filme, mas não também não vi Batman. Não deu tempo na semana passada e ainda não deu tempo nesta semana também… foi mal, Murillo. Tomara que, quando eu consiga, o filme ainda esteja em cartaz…

Mais informações sobre o filme? Clique aqui!

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Eu acreditava…

Há muito tempo, antes mesmo de eu trabalhar no LANCE!, achei um blog que falava de crenças de crianças. Coisas que as pessoas acreditavam quando eram menores. O blog se chamava “Quando eu era criança, eu acreditava que…”. Mandei algumas contribuições que foram publicadas:

O Rafael nos conta essas duas, engraçadíssimas:

Outro dia estava conversando com uns amigos sobre coisas em que acreditávamos quando crianças. Umas três pessoas acreditavam em algumas coisas em comum.

1. Ney La Torraca era uma mulher. Ela se chamava Neila Torraca.

2. Existia um ator que estava em quase todas as peças de teatro. Era o Grande Elenco. Sempre as paradas eram anunciadas assim: “peça tal, com fulano, beltrano e grande elenco”. Ele poderia ainda ser parente do Grande Otello.

Link: http://euacreditava.blog.uol.com.br/arch2002-12-29_2003-12-29.html

Wikipedia: produção e credibilidade

Principal link da Wikipedia

Existem vários blogs e sites por aí com informação espalhada. Você encontra qualquer coisa na internet, mas sempre fica com a pulga atrás da orelha pra saber se é verdade. A Wikipédia tenta reunir esse conhecimento de forma que o conteúdo seja inserido e fiscalizado em grupo. Resultado? O primeiro impulso é dizer que a wikipedia é uma zona. Pois depois dessa chuva apocalíptica de visões, começam a surgir pesquisas e idéias mais lúcidas.

Primeiro, vamos relembrar pra que servem as enciclopédias: ninguém faz uma monografia consultando uma enciclopédia. De uma forma geral, ela traz um conhecimento básico, que lhe aponta caminhos para você continuar a sua pesquisa. A partir daquele item básico, você pode procurar referências bibliográficas e mandar brasa seja lá qual for o tema escolhido. Olhando assim, fica claro que a wikipédia é um avanço. Você consegue ler lá e correr atrás de mais dados sobre o assunto através de links espalhados pela página. Encontrar as referências bibliográficas a partir do tema é simples: basta uma busca pelo Google sobre determinado assunto e seus sub-itens explicados na wikipedia.

O site Suite101.com traz uma reflexão interessante sobre o tema neste link. Preste atenção na parte que fala em Educational Uses. Mais ainda no último parágrafo:

Instead of banning students from using Wikipedia, show them how to use it wisely. At the end of each article is a list of references and external links. These are provided in support of the information in the article and can be easier to examine for credibility than the Wikipedia page itself. Students can then follow these links and find accurate information for their paper that is also considered credible.”

Ah, você não conhece o site Suite101? Tudo bem, vamos a uma instituição mais famosa, então. Uma tal de BBC, conhece? Olha só a matéria que os caras fizeram nesse link. E atenção a esta parte:

“The reviewers were asked to check for errors, but were not told about the source of the information.

“Only eight serious errors, such as misinterpretations of important concepts, were detected in the pairs of articles reviewed, four from each encyclopedia”

E mais um detalhe: o próprio pessoal da Wikipedia percebe que há caminhos a trilhar até que ela se torne ainda mais confiável, como mostra esse link. Atenção ao último parágrafo:

“That kind of quality is important, and we do believe we can reach that kind of quality within a year,” he (Wales) said. Within a few weeks, Wales plans to propose a review process that would essentially allow certain articles to be flagged as “stable” so they could be included in print or CD-ROM versions. The way Wikipedia works now, anything can be edited almost endlessly. Editing could continue, but a new layer would be added that identified certain entry versions as attaining an editorial standard.”

Ou seja, a wikipedia já tem a sua utilidade e credibilidade comprovadas. E em pouco tempo, ganhará uma forma ainda mais consistente. É aguardar e curtir a nossa maior enciclopédia!