Veja meu filme e passe essa mensagem para dez pessoas

“Oi, tudo bem? Meu novo filme, “Nome Próprio” estréia no próximo fim de semana e eu queria pedir uma ajudinha sua. Dá um pulinho na sala mais próxima e assista, por favor. Aproveita e chama a sua namorada ou namorado. E um casal de amigos também. Sabe o que é? Se o filme não der uma boa audiência logo na primeira semana, ele sai de cartaz e não vai dar nem tempo de você ver no cinema de novo… e o filme some.”

Com certeza, não foram essas palavras, mas esse foi o espírito do e-mail que o diretor Murilo Salles enviou para cerca de 200 amigos e conhecidos sobre o filme “Nome próprio”, que calhou de entrar em cartaz no mesmo fim de semana do novo Batman. Ele mesmo admitiu isso em matéria publicada no Estadão nesta quinta-feira (24), quando também criticou o fato do filme ter que lutar contra Blockbusters e render boa audiência para se manter em cartaz. A frase é emblemática:

- Um filme é um projeto de quatro anos que pode acabar em uma semana.

Não entendeu? Segundo a matéria, o problema é o seguinte: para se manter em cartaz, os filmes precisam ter um número mínimo de pessoas dispostas a assistí-lo logo na primeira semana. Se ficar abaixo dessa média, um abraço. Sai das salas de exibição e quem quiser que espere pelo DVD. Essa era a preocupação do Murilo: precisava garantir o maior número possível de pessoas na sala. Conseguiu mais de 5 mil e agora começa a luta pela terceira semana.

Detalhe: o filme não é um qualquer. Conta a história de uma blogueira que ficu famosa por essas bandas e é encarnada pela Leandra Leal, atriz das mais conhecidas da nova geração da Globo. Ele ainda ganhou repercussão nos últimos dias por trazer Leandra nua ou semi-nua em boa parte da história.

Enfim… quem quiser ler a matéria do Estadão clica aqui! E quem quiser dar um pulo no blog do filme (sim, o filme sobre uma blogueira tem um blog) basta acessar: www.nomepropriofilme.blogspot.com.

Mea culpa: eu ainda não vi o filme, mas não também não vi Batman. Não deu tempo na semana passada e ainda não deu tempo nesta semana também… foi mal, Murillo. Tomara que, quando eu consiga, o filme ainda esteja em cartaz…

Mais informações sobre o filme? Clique aqui!

Eu acreditava…

Há muito tempo, antes mesmo de eu trabalhar no LANCE!, achei um blog que falava de crenças de crianças. Coisas que as pessoas acreditavam quando eram menores. O blog se chamava “Quando eu era criança, eu acreditava que…”. Mandei algumas contribuições que foram publicadas:

O Rafael nos conta essas duas, engraçadíssimas:

Outro dia estava conversando com uns amigos sobre coisas em que acreditávamos quando crianças. Umas três pessoas acreditavam em algumas coisas em comum.

1. Ney La Torraca era uma mulher. Ela se chamava Neila Torraca.

2. Existia um ator que estava em quase todas as peças de teatro. Era o Grande Elenco. Sempre as paradas eram anunciadas assim: “peça tal, com fulano, beltrano e grande elenco”. Ele poderia ainda ser parente do Grande Otello.

Link: http://euacreditava.blog.uol.com.br/arch2002-12-29_2003-12-29.html

Wikipedia: produção e credibilidade

Principal link da Wikipedia

Existem vários blogs e sites por aí com informação espalhada. Você encontra qualquer coisa na internet, mas sempre fica com a pulga atrás da orelha pra saber se é verdade. A Wikipédia tenta reunir esse conhecimento de forma que o conteúdo seja inserido e fiscalizado em grupo. Resultado? O primeiro impulso é dizer que a wikipedia é uma zona. Pois depois dessa chuva apocalíptica de visões, começam a surgir pesquisas e idéias mais lúcidas.

Primeiro, vamos relembrar pra que servem as enciclopédias: ninguém faz uma monografia consultando uma enciclopédia. De uma forma geral, ela traz um conhecimento básico, que lhe aponta caminhos para você continuar a sua pesquisa. A partir daquele item básico, você pode procurar referências bibliográficas e mandar brasa seja lá qual for o tema escolhido. Olhando assim, fica claro que a wikipédia é um avanço. Você consegue ler lá e correr atrás de mais dados sobre o assunto através de links espalhados pela página. Encontrar as referências bibliográficas a partir do tema é simples: basta uma busca pelo Google sobre determinado assunto e seus sub-itens explicados na wikipedia.

O site Suite101.com traz uma reflexão interessante sobre o tema neste link. Preste atenção na parte que fala em Educational Uses. Mais ainda no último parágrafo:

Instead of banning students from using Wikipedia, show them how to use it wisely. At the end of each article is a list of references and external links. These are provided in support of the information in the article and can be easier to examine for credibility than the Wikipedia page itself. Students can then follow these links and find accurate information for their paper that is also considered credible.”

Ah, você não conhece o site Suite101? Tudo bem, vamos a uma instituição mais famosa, então. Uma tal de BBC, conhece? Olha só a matéria que os caras fizeram nesse link. E atenção a esta parte:

“The reviewers were asked to check for errors, but were not told about the source of the information.

“Only eight serious errors, such as misinterpretations of important concepts, were detected in the pairs of articles reviewed, four from each encyclopedia”

E mais um detalhe: o próprio pessoal da Wikipedia percebe que há caminhos a trilhar até que ela se torne ainda mais confiável, como mostra esse link. Atenção ao último parágrafo:

“That kind of quality is important, and we do believe we can reach that kind of quality within a year,” he (Wales) said. Within a few weeks, Wales plans to propose a review process that would essentially allow certain articles to be flagged as “stable” so they could be included in print or CD-ROM versions. The way Wikipedia works now, anything can be edited almost endlessly. Editing could continue, but a new layer would be added that identified certain entry versions as attaining an editorial standard.”

Ou seja, a wikipedia já tem a sua utilidade e credibilidade comprovadas. E em pouco tempo, ganhará uma forma ainda mais consistente. É aguardar e curtir a nossa maior enciclopédia!

Recorde e agradecimento

Embora não seja um site pornô, o Rola na Rede informa:

O responsável por este espaço acaba de verificar que o recorde de audiência do blog é de (quem diria) 69 visitas. A direção desta empresa garante que o número não tem a menor relação com o seu nome e que as possíveis confusões não têm interferência alguma na nossa audiência.

Agradecimeto:

A equipe do Rola na Rede agradece ao Pradinha, o Japa, com cara de vietnamita e que mora em Vancouver (sim, japa-vietkong-canadense), que é dono do blog de onde veio o maior número de cliques para o Bola na Rede no último dia de medição: 4 . Obrigado, santista (desculpe, contei sem querer, mas a gente tenta não rir de você).

Portanto, acessem também e retribuam os cliques: http://vivendoemvancouver.zip.net/

Abraços, galera!

Na internet, legal é o que se transforma

Agora, sim. Podemos falar da faceta mais bacana de produzir conteúdo online. Além de gravar e publicar elementos soltos, podemos reunir diversos elementos em um só. É isso que faz sucesso na internet, seja em formato de vídeos, aplicativos, negócios ou puro entretenimento. Esse e os próximos posts vão citar alguns exemplos que comprovam isso, de coisas sérias às mais banais… de coisas bestas a algumas das mais bacanas que já vimos. E começamos por…

Trailers fake: Essa realmente é pra quem não tem o que fazer: o cara sabe que um filme está sendo produzido, pesquisa imagens na web e cria um trailer falso. É impressionante como ficam bons: vinhetas de grandes estúdios, vozes de locutores, diálogos bem montados (às vezes).
IMAGENS ALEATÓRIAS + EDIÇÃO = trailer fake

Homem Aranha 4 – aqui e aqui
Thundercats
Batman – The Dark Knight
Transformers 2

Quem realmente gosta desses filmes consegue notar a diferença, mas acho pouco provável que pessoas “leigas” consigam cravar que tem alguma coisa errada.

Atualização do dia…

Links para meu perfil no Orkut e no LinkedIn na página “Quem escreve aqui?”. Depois, publico mais alguma coisa sobre essa história de criar conteúdo na web. Gostei disso.

Abraços

Tipos de caras na internet: quem é você?

Esses posts anteriores sobre o show da Maria Rita e o incômodo com tanta câmera filmando a mesma coisa me fizeram pensar sobre os tipos de “internautas” que temos por aí. Seriam pelo menos quatro categorias e o critério é a postura na frente do computador, variando daquele cara que só recebe conteúdo ao cara que “produz”, em muitos casos com todas as aspas possíveis. Mas claro que a maioria das pessoas tem seus momentos em cada um desses tipos. Ninguém é a mesma coisa o tempo todo. Vamos à divisão…

1. Espectador: Esse provavelmente (ainda) corresponde à maioria dos usuários, eu inclusive. Fico aqui só vendo os vídeos, me divertindo com o que os outros criam. De vez em quando, entrou em um youtube ou soapbox da vida e fico procurando vídeos antigos ou sobre um tema: tenho gravadas uma coleção de links de pegadinhas, blogs bacanas etc.

2. Reprodutores: Esse é o cara que coloca na rede o que é produzido pelos outros. Por exemplo, ele grava os gols do time dele na TV e “sobe” no youtube. É “produção” do que não é inédito. Parece besteira, mas foi isso que tornou o youtube popular aqui no Brasil. De repente, todo mundo tinha acesso aos Trapalhões, às Pegadinhas, aos episódios de Chaves e Chapolin, ao vídeo da mulher do Sanduíche-íche etc.

3. Originais: É o cara que produz de fato algum conteúdo e coloca online. Aqui, ficam a maioria dos blogs e fotologs e aqueles vídeos caseiros do churrasco da família ou da sua cachorra insana correndo em casa. Também terminam entrando os caras que criam alguma coisa nova a partir dos vídeos extraídos de TVs de verdade. Por exemplo, o vídeo do sanduíche-íche ganhou versão com legendas ainda mais engraçada que a original. É um produto novo, porque sofreu interferência do usuário. Depois eu faço um post só sobre esse tipo de interferência, porque acho o assunto muito bacana.

4. Reprodutor original: Aqui, entra o maluquinho com a câmera dele no show da Maria Rita. Porque ele coloca no ar uma coisa que não foi produzida por ele, mas que não existiria online se ele não colocasse no ar. Ele não chega a interferir no produto final, mas esse vídeo não existiria se não fosse por ele. Existem vários exemplos no post anterior, mas esse aqui também é muito bacana.

Essa divisão ainda é muito incipiente e eu precisaria de alguma referência teórica pra embasar melhor tudo isso. Talvez até descubra que tem algum autor por aí que já falou sobre o tema de forma mais concreta. Mas enfim… E vc? De qual tipo vc faz parte na maior parte do tempo?

Ainda sobre o show da Maria Rita…

Lembram do post reclamando sobre a quantidade de câmeras na minha frente no show da Maria Rita (se não lembrar, leia aqui embaixo e tome Memoriol)? Pois é… depois de dizer que havia apenas um vídeo no youtube, fui verificar e queimei a língua. Praticamente montei o meu próprio DVD com os vídeos pescados pela rede, incluindo os vídeos que aparecem no próprio site da cantora.

Reuni nesse post apenas os vídeos relacionados ao show no Vivo Rio, realizado no dia 10 de junho de 2008. A ocasião marcava a gravação do DVD Samba Meu, que obviamente não vou deixar de comprar por causa dessa coletânea online. Mas reparem como até alguns extras bastante interessantes a gente encontra navegando:

1. O homem falou
2. Tá perdoado
3. Trajetória – Blog www.babelturbo.blogspot.com
4. Cara Valente – Blog www.babelturbo.blogspot.com
5. Maltratar não é direito
6. Não deixe o samba morrer
7. Casa de Noca
8. Num Corpo só

EXTRAS

Ensaio realizado no dia anterior – Site oficial da Maria Rita
Fotos do show
Arlindo Cruz comenta o show – Site oficial da Maria Rita
Marjorie Estiano comenta o show - Site oficial da Maria Rita

* O blogueiro informa que não defende nesse post que as pessoas deixem de comprar o DVD em detrimento do que encontram online. Obviamente, a qualidade da equipe técnica de uma gravadora (ainda) é muito melhor que esses vídeos amadores feitos com celular e câmeras fotográficas. Mas que ficou bacana, ficou.

Vendo show pelo quadradinho

Vamos começar pelo evento que me inspirou a voltar a ter um blog: o show de gravação do DVD da Maria Rita no Vivo Rio, realizado em 10 de junho de 2008. Fomos eu e Mari, minha Ruivinha e de quem vocês vão ler muito aqui nesse espaço. Uma coisa me chamou a atenção assim que a Maria Rita apareceu no palco: a quantidade de pessoas que levantavam suas malditas câmeras fotográficas e celulares para “filmarem” a Maria no palco. Algumas perguntas vinham à minha mente, assim como as respostas…

1. Será que o infeliz acha que a imagem dele vai ficar melhor que a registrada no próprio DVD?
Não vai, mas ele precisa ter uma recordação bacana daquele momento único de ver a musa e ídolo de perto.

2. Tudo bem, eu entendo… mas qual a diferença entre a imagem dele e dos outros 50 em volta gravando a mesma coisa?
Ele vai ter a recordação exatamente do lugar onde ele estava, é diferente…

3. Mas vale a pena perder um pedaço do show com o braço pra cima olhando pra uma quadradinho?
Vale, não enche!

4. Presta atenção no que aconteceu: você saiu da sua casa, deu duas latas de leite em pó ou um livro infantil pelo ingresso, entrou e viu a Maria Rita por uma televisão de menos de cinco polegadas! Vale a pena?
Eu não tinha pensado por esse lado…

5. Tudo bem, você pode ter ficado satisfeito de alguma forma. Agora, imagine a minha situação… eu era um dos caras que estava atrás de cinco pessoas com uma droga de câmera pra cima. Enquanto vc via a Maria Rita em um quadradinho, eu via uma câmera na direção da Maria Rita, mais nada. Aí, eu me pergunto… o que eu tenho a ver com a sua vontade insana de filmar a Maria Rita?
Nada, desculpe…

Conclusão: o show foi dia 10, no fim da noite. Saí do Vivo Rio quase 1h da manhã, depois de pagar QUINZE REAIS de estacionamento. No dia seguinte, às 14h, existia apenas um daqueles trezentos vídeos postados no youtube. Quem postou errou a data do show e ainda ficou cantando JUNTO com a Maria Rita. É um dueto, não o show que eu vi/ouvi. Mas… não é que saiu coisa bacana desse monte de gravações? Isso é papo para outro post, aguardem!

Blog Beta 1.1

O blog foi lançado à meia-noite do dia 14 de junho. No entanto, bastaram cerca de 3h30 navegando, jogando e conversando para surgir a primeira mudança, no layout.

A versão cinza, escolhida inicialmente, sai de campo. Apesar de bonito, achei que o visual ficou um pouco pesado para o que eu pretendo nesse espaço. Assim, entram essas cores mais leves. Quem sabe um dia não mudo de novo?

E você? Prefere que estilo? O atual ou o antigo, reproduzido aqui embaixo?